quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Benefícios do Cravo-da Índia



O cravinho ou cravo-da-índia, chamado cientificamente Syzygium aromaticus, tem ação medicinal sendo útil no combate a dores, infecções, e ainda ajuda a aumentar o apetite sexual, podendo ser facilmente encontrado em supermercados e drogarias em embalagens pequenas, com preço entre 4 e 20 reais. Além disso, seu óleo essencial pode ainda ser encontrado em lojas de produtos naturais.

O cravo-da-índia, além de ter propriedades medicinais também é uma importante fonte de nutrientes, como vitamina A, vitamina E e beta-caroteno. Pode ser utilizado na sua forma natural para enriquecer a alimentação, ou em forma de cremes e óleos, que selecionam algumas propriedades, para o seu uso na cosmética, por exemplo.

1. Combate infecções

Devido à sua ação antimicrobiana, o cravinho pode ser usado no combate às infecções causadas por alguns tipos de bactérias, especialmente estafilococos e E. coli, ou por fungos, por sua ação antifúngica. Esta ação parece estar ligada à presença de eugenol, metil salicilato, kaempferol, ácido gálico e ácido oleanólico na sua composição.

Estes componentes parecem desnaturar as proteínas que reagem com a membrana celular das bactérias, alterando a sua permeabilidade e impedindo que continuem de desenvolvendo e multiplicando.

2. Previne o câncer

O cravo-da-índia possui ainda grande concentração de compostos fenólicos, o que lhe confere uma potente ação antioxidante, protegendo o corpo de doenças crônicas graves, como o câncer, já que combate os radicais livres que causam o envelhecimento dos tecidos do corpo.

3. Diminui a dor

O eugenol é um dos componentes mais reconhecidos do cravinho, que, por estar muito bem estudado, é utilizado há vários anos na medicina dentária para reduzir a dor e a inflamação causadas pelos tratamentos dentários.

Segundo vários estudos, esse efeito acontece devido à supressão de prostaglandinas e outros mediadores da inflamação, assim como a depressão dos receptores sensitivos envolvidos na sensação de dor.

4.  Afasta mosquitos e outros insetos

O óleo de cravo contém um aroma que repele os insetos, porque seu cheiro característico é desagradável a estes. Basta esmagar alguns cravinhos e deixar num prato sobre a mesa para afastar as moscas da fruta, por exemplo. Espetar alguns cravinhos numa laranja ou num limão também é uma boa forma de afastar as moscas e os mosquitos.

Outra forma simples de usar este poder natural consiste em comprar produtos com base em óleo de cravo-da-índia, como velas, por exemplo.

5. Estimula o desejo sexual

O extrato de cravo-da-índia é um ótimo remédio caseiro contra impotência sexual porque ele aumenta a libido, devido as suas propriedades afrodisíacas.

6. Combate o mau-hálito

Por ter boas propriedades antissépticas e aromáticas naturais, o cravinho pode ser usado como uma opção natural para melhorar o mau hálito. Para isso, basta mascar 1 cravinho-da-índia para notar seus efeitos aromáticos na boca. Bochechar o chá de cravo-da-índia também é uma boa solução para combater o mau cheiro.

7. Facilita a digestão

Ele também melhora a digestão e ajuda no controle da diarreia, por ativar enzimas que auxiliam o estômago e intestino. Além disso ele ainda combate a flatulência, sendo especialmente indicado para ser consumido em forma de chá depois de uma refeição contendo feijão preto, brócolis ou couve-flor, por exemplo.

8. Melhora a cicatrização 

Quando usado diretamente sobre a pele o óleo de cravo ou um produto fitoterápico à base de cravinho ainda facilita a cicatrização, diminui inflamações e irritações, devido a sua ação antisséptica. Esta é uma boa opção para combater pequenas fissuras anais, por exemplo.  

9. Relaxa os músculos e combate o cansaço

O óleo de cravo-da-índia ajuda a relaxar os músculos, podendo ser usado em óleos para massagem. Devido ao seu aroma característico ele também é uma boa opção para combater a fadiga e a melancolia, melhorando a disposição para as atividades do dia a dia.

Um gel fitoterápico à base de cravinho é um ótimo analgésico para ser usado nos músculos em caso de contusões, por exemplo. 

Como usar o cravo-da-índia

O cravo-da-índia pode ser consumido em bolos, pães, sobremesas e caldos, mas suas propriedades são mais aproveitadas na forma de chás, que ficam ótimos quando feitos em conjunto com canela, limão ou gengibre. 

  • Para o chá: Colocar 10g de cravinho numa panela com 1 litro de água e levar ao fogo para ferver durante cerca de 15 minutos. A seguir deve deixar esfriar, coar e tomar até 3 vezes ao dia.
  • Pó: Tomar de 200 à 500 mg diluídos em água, por 2 ou 3 vezes ao dia;
  • Óleo essencial: Aplicar 2 ou 3 gotas numa bola de algodão e aplicar nas áreas desejadas. 

Preparações fitoterápicas como cremes ou géis contendo cravo-da-índia podem ser encontradas em lojas de produtos naturais e em farmácias de manipulação.

Cuidados especiais 

O cravo-da-índia está contraindicado na gravidez, amamentação e por crianças com menos de 6 anos, já que não existem estudos de seus efeitos nesses grupos. Também não é recomendado em caso de gastrite ou úlcera. 

O cravo-da-índia pode causar irritação da pele e da mucosa digestiva de algumas pessoas mais sensíveis, por isso deve ser utilizado, preferencialmente, com indicação do fitoterapeuta. 

O cravinho possui uma substância chamada eugenol que retarda a coagulação sanguínea, por isso o chá de cravo-da-índia e seu extrato seco não devem ser usados 2 semanas antes de uma cirurgia programada.


Fonte: tuasaude.com

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Maxixe e seus benefícios



O maxixe é um vegetal nativo do continente africano, mas muito consumido no Brasil, especialmente na culinária da região Norte e Nordeste.

Embora a aparência em um primeiro momento cause alguma estranheza, a verdade é que o maxixe, além de gostoso, é super nutritivo e benéficas para a saúde.

Rico em fibras e muitas vitaminas, o legume de coloração verde também possui forte ação antioxidante e, portanto, combate os radicais livres no organismo. Ainda, é fonte de sais minerais, como cálcio e fósforo.

No pais, existem pelo menos dois tipos, o maxixe caipira do Norte, que possui “espinhos” macios, e o maxixe japonês, sem espinhos.

Veja alguns de seus benefícios:


Maxixe é um poderoso antioxidante

O primeiro ponto positivo em relação ao maxixe é que ele é um antioxidante poderoso. Isso significa que evita a oxidação celular ao combater os radicais livres, impedindo não apenas o envelhecimento precoce como também fortalecendo o sistema imunológico. Com isso, reduz bastante as chances de o corpo sofrer com os mais diversos tipos de doenças, o que inclui até o câncer.


É rico em cálcio

Embora o leite seja sempre lembrado como uma grande fonte de cálcio, é bom frisar que o mineral também aparece em outros alimentos que temos na natureza - sendo um deles justamente o maxixe. Sua grande vantagem é o fortalecimento de ossos e dentes, o que evita problemas relacionados a eles, como é o caso da osteoporose.


Ajuda a evitar a anemia

A anemia ocorre quando o sangue está com uma baixa taxa de hemoglobina, e para evitá-la o mais indicado é consumir ferro, já que ele é responsável pelo aumento dessa proteína no sangue. Já a vitamina C ajuda na absorção desse mineral pelo corpo, e por isso a combinação dos dois nutrientes é ótima. Felizmente, o maxixe pode se orgulhar de ser um dos alimentos que possui essa característica, e por isso ajuda tanto a evitar quanto a combater a anemia.


Maxixe ajuda o corpo no processo de cicatrização

Além de possuir boas quantidades de ferro e cálcio, o maxixe também é rico em zinco, mineral que, entre outras características, auxilia o corpo no processo de cicatrização. A razão é bem simples: ele ajuda as feridas a fecharem rápido por atuar nos fibroblastos, células que ficam no tecido conjuntivo (que forma a "segunda camada" da pele).


Possui vitaminas do complexo B

Por fim, o maxixe também possui vitaminas do complexo B. Essas, de uma forma geral, permitem o bem-estar o sistema nervoso por atuarem diretamente no cérebro. Com isso, evitam problemas ligados a essa parte do corpo, como é o caso do mal de Alzheimer e de outras doenças que geram a demência. Lembrando que o maxixe pode ser consumido cru ou cozido, e vir acompanhado ou não de outros ingredientes, como quiabo ou carne. 


Fonte: conquistesuavida.com.br

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Ervilha e seus benefícios



ervilha pode até ser pequena, mas suas grandes propriedades chamam a atenção. O vegetal verde é uma rica fonte de proteína e vitaminas. 

Em suma, a ervilha é um legume e, antes de estar pronta para consumo, ela encontra-se dentro de uma vagem que também é comestível, apesar de seu consumo ser menos comum. Há cerca de 200 variedades desse legume, sendo todas altamente nutritivas.

Essencialmente, ela é uma das queridinhas da dieta vegetariana, bem como da vegana, por ser uma excelente fonte vegetal de proteína. Não só, é altamente fibrosa e abundante em vitaminas, especialmente a vitamina A, que beneficia a saúde dos olhos, da pele e do sistema cardiovascular. Além disso, é abundante em minerais como o zinco e o cálcio, que ajudam no fortalecimento ósseo e muscular. 

Benefícios da ervilha


Previne a diabetes

Além de beneficiar a pele, os olhos, o coração, bem como os ossos e os músculos, o pequeno superalimento também ajuda na prevenção da diabetes, visto que facilita a regulação do nível de açúcar no sangue, principalmente devido à riqueza em fibras.

Ajuda no emagrecimento

Por ser uma rica fonte de fibras, ela ajuda a controlar o apetite, regular o intestino, prevenir a sensação de inchaço, bem como a constipação. Tudo isso facilita o processo de emagrecimento. Além disso, promove a sensação de saciedade, o que previne exageros na hora da refeição. 

Fortalece a imunidade

Ainda, sua abundância em vitaminas, bem como em antioxidantes ajudam a fortalecer a imunidade. Dentre outros efeitos positivos, isso ajuda a prevenir doenças como a gripe.

Evita a sensação de cansaço 

Rica em vitamina C, potencializa a absorção de ferro no organismo. Dessa forma, com o corpo bem nutrido desse mineral essencial, previne-se a anemia que, entre outras coisas, causa a sensação de fadiga (cansaço extremo) e mal-estar generalizado.

Como consumir a ervilha

  • Saladas
  • Sopas
  • Caldos
  • Risoto
  • Quiches e tortas
  • Massas

Entre outras opções.

Fonte: cuidai.com.br

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Panetone



Um dos símbolos do Natal, o Panetone é aquele clássico que não pode faltar na mesa do brasileiro nessa época do ano. Apesar de ser tão tradicional nas ceias e almoços de Natal por aqui, a história do Panetone mostra que esse alimento tem origem em outro canto do mundo: a Europa.

Que tal conhecer a verdadeira história do Panetone?

Receita Italiana com alma Milanesa

Você já deve ter ouvido falar por ai que a palavra “Panetone” significa, na verdade, “Pani di Toni” – ou “o Pão de Toni” em bom português. Bem, essa história é bastante verdadeira. O Panetone é uma receita criada por um padeiro italiano, o Toni, na cidade de Milão.

Seria uma linda história de receita criativa de sucesso, se ela não tivesse começado com um erro de Toni após trabalhar exaustivamente na véspera de Natal. Toni fazia, ao mesmo tempo, uma fornada de pães e uma massa de torta, a pedido de seu chefe. Por estar muito cansado, acabou colocando as frutas da torta na massa de pães e tentou consertar a falha acrescentando também frutas cristalizadas, manteiga e ovos na receita.

Ao levar a “torta de pão” para seu chefe, ele foi surpreendido com essa criação de última hora. O resultado, como você sabe, foi um sucesso em toda a cidade.

Receita protegida por lei (mas com variações que foram criadas por nós)

A receita clássica de Panetone é uma só, protegida por um decreto assinado em 2005 na Itália, que determina as quantidades mínimas de cada ingrediente que devem ser usadas na confecção desse pão.

Para ser um Panetone de verdade, portanto, é preciso acertar as quantidades de farinha, sal, água, açúcar, ovos e frutas cristalizadas determinadas nesse decreto – o que não significa que nós brasileiros não tenhamos dado um jeito de criar nossas próprias receitas, não é mesmo?

Os famosos chocotones, Panetones salgados e outras receitas criativas com esse tipo de pão, apesar de não poderem ser comercializados como Panetones clássicos, são um sucesso tão grande que já conquistaram até a própria Itália. Eles não podem ser rotulados como receitas clássicas, mas podem ser comercializados normalmente como versões desse tipo de pão.

A chegada do Panetone no Brasil coincide com a data da Segunda Guerra Mundial, quando os imigrantes italianos vieram em peso para o país. Por ser uma receita tradicionalmente natalina e muito querida por boa parte da população, é natural que a mesma começasse a ser repassada entre gerações após a instalação das grandes colônias italianas por aqui.

Hoje, o Panetone é um dos principais pratos do Natal brasileiro, sendo consumido até mesmo por famílias que não tem descendência italiana.

Fonte: paodeacucar.com/

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Castanha-do-caju



A castanha-de-caju é o fruto do cajueiro e é uma excelente aliada da saúde por conter antioxidantes e ser rico em gorduras boas para o coração e em minerais como magnésio, ferro e zinco, que previnem anemia e melhoram a saúde da pele, das unhas e do cabelo.

Este fruto seco pode ser incluído nos lanches e nas saladas, pode ser consumido na forma de manteiga ou como ingrediente em outros preparos, devendo ser consumido em pequenas porções devido ao seu alto teor calórico.

Os benefícios da castanha de caju se devem à presença de nutrientes importantes para a saúde do corpo, e incluem:

  1. Previne o envelhecimento precoce, já que é rico em antioxidantes como polifenóis, carotenoides e vitamina E, o que evita o dano dos radicais livres às células;
  2. Previne doenças cardíacas, já que contém gorduras mono e poli-insaturadas, fibras e antioxidantes que favorecem o aumento do colesterol "bom", o HDL, e ajudam a diminuir o colesterol "mau", o LDL;
  3. Regula o açúcar no sangue, pois é rico em fibras que atrasam a absorção dos açúcares, evitando picos de glicemia, além de também ajudam a diminuir a secreção de insulina, sendo uma excelente opção para as pessoas com diabetes ou com resistência à insulina;
  4. Melhora a memória, pois contém selênio, um micronutriente que atua como antioxidante e evita o dano que é causado pelos radicais livres às células do cérebro. Além disso, também contém vitamina E, que poderia ajudar a prevenir doenças como o Alzheimer e o Parkinson;
  5. Previne ou melhora a depressão, já que é rica em zinco, o qual, de acordo com alguns estudos, é um mineral cuja deficiência foi associada a essa condição;
  6. Reduz a pressão arterial, as dores no corpo, a dor de cabeça, enxaqueca e a fadiga muscular, já que é rica em magnésio e possui propriedades anti-inflamatórias;
  7. Fortalece o sistema imune, pois contém zinco, vitamina E e A;
  8. Previne a osteoporose, pois contém cálcio e fósforo, sendo esses minerais importantes para manter ou aumentar a densidade óssea;
  9. Previne e trata a anemia, pois é rico em ferro e ácido fólico;
  10. Mantém a saúde da pele, do cabelo e das unhas, pois contém cobre, selênio, zinco e vitamina E, nutrientes que são essenciais para proteger a pele. favorecer o crescimento e endurecimento das unhas e melhorar a circulação sanguínea no couro cabeludo.

Apesar de seus benefícios, a castanha de caju deve ser consumida em pequenas porções, já que possui grande quantidades de calorias e, por isso, quando consumida em excesso, poderia favorecer o aumento de peso. Este fruto seco pode ser encontrado em supermercados ou em lojas de suplementos naturais.

Fonte: tuasaude.com


quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Benefícios do Abacaxi para a saúde



O abacaxi é uma fruta tropical da família das frutas cítricas, como a laranja e o limão, que são ricas em vitamina C e outros antioxidantes, nutrientes essenciais para garantir a saúde.

Esta fruta pode ser consumida fresca, desidratada ou na forma de conservas, sendo adicionada em diversas preparações como sucos, sobremesas e doces. Quando na forma de conserva ou desidratada, deve-se dar preferência ao abacaxi sem adição de açúcar.

O consumo regular de abacaxi traz os seguintes benefícios para a saúde:

  1. Atuar como anti-inflamatório, por ser rico em bromelina;
  2. Prevenir doenças cardíacas e câncer, por ser rico em vitamina C;
  3. Reduzir os riscos de trombose, por conter bromelina e antioxidantes;
  4. Aliviar as dores nas articulações, por atuar como anti-inflamatório;
  5. Ajudar na perda de peso, por ser rico em água e fibras, que aumentam a saciedade;
  6. Melhorar a saúde da pele e dos cabelos, por conter vitamina C e betacaroteno;
  7. Diminuir as dores musculares do pós-treino, pois é anti-inflamatório e favorece a recuperação muscular.

Para obter esses benefícios, deve-se consumir uma fatia grossa de abacaxi por dia, que pesa cerca de 80 g.

Além disso, o abacaxi pode ser usado como amaciante de carnes, pois ele é rico em bromelina,  uma enzima que é encontrada principalmente no talo desta fruta e que decompõe as proteínas da carne.

Informação Nutricional

A tabela a seguir traz a informação nutricional para 100 g de abacaxi fresco.




O abacaxi pode ser consumido como sobremesa das refeições principais, podendo também ser usado em saladas de frutas, tortas, saladas de vegetais ou como acompanhamento do prato principal.


Fonte: tuasaude.com

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Verduras e legumes


A maior diferença entre verduras e legumes é a parte comestível da planta.

Nas verduras, a parte comestível são as folhas ou flores, enquanto nos legumes a parte comestível são frutos e sementes.

O que são os legumes e suas categorias?

Os legumes são vegetais que podem ter seus frutos desenvolvidos na parte exterior da terra, ou abaixo da terra, com apenas uma parte da planta exposta, como suas folhas.

Podem ser consumidos de diversas formas: crus, cozidos, fritos, no vapor, entre outros.


Alimentos muito diferentes entre si, como a batata, a cenoura, o milho e o tomate, fazem parte do grupo dos legumes, porém em categorias diferentes.

Categorias dos legumes

Frutos

São os vegetais que contém sementes, como por exemplo a abóbora, a beringela, o chuchu, o tomate e o pepino. Já as frutas são o nome popular dado aos frutos comestíveis de sabor adocicado ou cítrico, como laranja, maçã e banana.

Raízes

São vegetais no qual a parte comestível cresce debaixo da terra, como por exemplo a beterraba, a cenoura e a mandioca.

Tubérculos

O vegetal mais conhecido dessa categoria é a batata-inglesa.

Leguminosas

São os grãos que são encontrados dentro de vagens, como por exemplo o feijão, o grão de bico, a ervilha e a soja.

Cereais

São formados por sementes ou grãos, como por exemplo o arroz, o trigo e o milho.

Oleaginosas

São sementes muito calóricas, como a castanha-de-caju, nozes, castanha-do-pará e amêndoas.

Principais legumes

  • Beterraba;
  • Mandioca;
  • Feijão;
  • Cebola;
  • Grão de bico;
  • Ervilha;
  • Soja;
  • Arroz;
  • Trigo;
  • Cenoura;
  • Milho;
  • Castanha-de-caju;
  • Nozes;
  • Castanha-do-pará;
  • Amêndoas;
  • Batata-inglesa.

O que são verduras?

As verduras são as plantas comestíveis em forma de folhas ou flores. Podem também ser chamadas de hortaliças.


Os exemplos mais conhecidos de folhas são o alface, o agrião, a acelga, a couve, o espinafre. Já entre as flores os mais consumidos são o brócolis, a couve-flor e a alcachofra.

Principais verduras

  • Alface;
  • Agrião;
  • Acelga;
  • Couve;
  • Espinafre;
  • Brócolis;
  • Couve-flor;
  • Alcachofra.

Quantidade de carboidratos dos legumes e das verduras

A verduras são reconhecidas por terem um baixo teor de carboidratos e de calorias.

Já os legumes podem variar bastante. Alimentos como abobrinha, chuchu, palmito e tomate tem teor baixo de carboidratos. Outros como beterraba, cenoura e abóbora podem ter cerca de 10% de carboidratos, e já as raízes e tubérculos, como as batatas e mandiocas chegam a cerca de 20%.

O que são hortaliças e vegetais?

Vegetal é um termo utilizado na botânica para definir os seres vivos que pertencem ao Reino Plantae. Popularmente, pode ter o mesmo significado de planta ou de hortaliça.

Já o termo hortaliça, é utilizado para denominar as plantas cultivadas em hortas, como verduras, tubérculos, leguminosas e raízes.

Fonte: www.diferenca.com