quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Benefícios da Mostarda


Mostarda é um dos vegetais folhosos mais nutritivos, cultivado e utilizado em quase todos os lugares do mundo.
As folhas da Mostarda são comumente usadas na temporada de inverno, sendo consideradas oleaginosas desde os tempos antigos.
Existem muitos cultivos da folha de mostarda, fazendo parte da cultura de inverno, de novembro à março é quando as folhas ficam mais saborosas.
Mostarda apresenta folhas largas na cor verde-escura, com superfície plana, podendo ter bordas dentadas, babados ou rendados, dependendo do tipo de cultivo.
A folhagem verde da mostarda é intensa.
É utilizada como termogênico e como tempero, sendo utilizada também na produção de petróleo em muitas partes da região sul-asiática.
Em geral, as folhas verdes da Mostarda são colhidas quando a planta atinge cerca de 2 metros de altura.
A planta completamente crescida atinge cerca de 4 a 5 metros de altura e tem flores na cor amarelo-dourado.
As folha do vegetal é uma boa fonte de vitamina A, carotenos, vitamina K e antioxidantes flavonoides, mais do que alguns frutos e hortaliças conhecidos por essas características. veja abaixo todos o seus benefícios!
Benefícios da folha de mostarda para a nossa saúde!

Fito-nutrientes

Mostarda, como espinafre, são o celeiro de muitas fito nutrientes, que têm propriedades de prevenção de doenças e promoção de saúde.

Poucas calorias

Mostarda contêm poucas calorias – 26 calorias por 100 g de folha cru.

Fonte de fibra

A folha verde escura da mostarda contêm uma boa quantidade de fibra que ajuda a controlar o nível de colesterol, por interferir com sua absorção no intestino.

Prevenção de infecções e doenças

Além disso, a fibra encontrada na mostarda é adequada nas ajudas no uso de evacuações alimentares de forma suave e, assim, promovendo também proteção contra hemorroidas, prisão de ventre, bem como doenças de câncer de cólon.

Fonte de Vitamina K

A folha de mostarda é uma  das melhores fontes de vitamina k entre os vegetais. 100 g de folha fresca contém cerca de 497 mg ou cerca de 500% da necessidade diária de vitamina K 1 – filoquinona.
A vitamina K  tem um papel importante na função de construção de massa óssea, promovendo a atividade osteo-trófico nos ossos.
Também foi estabelecido o papel em pacientes com doença de Alzheimer, limitando as lesões neuronais no cérebro.

Fonte de ácido fólico

As folhas de mostarda também são uma boa fonte de ácido fólico.
100 g fornecem cerca de 187 mg – cerca de 47% do RDA, de ácido fólico.
Esta vitamina solúvel em água tem um papel importante na síntese de DNA e, quando administrado antes, e gravidez precoce pode ajudar a prevenir defeitos do tubo neural do bebê recém-nascido.

Rica em Antioxidantes

Mostarda são fonte rica de antioxidantes flavonoides, indóis, sulforafano, carotenos, luteína e zea-xanthin. Indoles , principalmente di-indolil-metano – DIM, e sulforafano tem benefícios comprovados contra próstata, mama, cólon e ovário, em virtude da sua inibição do crescimento das células do cancro, efeitos citotóxicos em células cancerosas.

Excelente fonte de Vitamina C

Folhas de mostarda fresca é uma excelente fonte de vitamina C. Fornece 70 mg ou cerca de 117% do RDA por 100 g. Vitamina C – ácido ascórbico é um poderoso antioxidante natural que oferece proteção contra danos dos radicais livres e infecções virais gripais.

Fonte de Vitamina A

Suas folhas também são incríveis fontes de vitamina A – fornecendo 10.500 UI ou 350% do RDA por 100 g.
A vitamina A é um nutriente essencial para manter saudáveis as membranas mucosas e pele e é necessário para uma boa visão do olho.

Protege de cancros no pulmão e da cavidade oral.

A mostarda é uma fonte natural e rica de flavonóides, que ajudam a proteger contra cancros do pulmão e da cavidade oral.

Fonte de minerais essenciais

Ela é uma excelente fonte de vários minerais essenciais, tais como cálcio, ferro, magnésio, potássio, zinco, selênio e manganésio.

Previne da artrite

O consumo regular de mostarda na dieta é conhecida por prevenir a artrite, osteoporose, anemia por deficiência de ferro e acredita-se proteger de doenças cardiovasculares, asma e câncer de cólon e de próstata.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Escarola e seus benefícios



Poucos sabem, mas a escarola é na verdade um tipo de chicória. Apesar de o seu sabor não ser tão agradável ao paladar por ser um pouco amarga, é uma verdura riquíssima para a saúde.

Além de possuir uma quantidade enorme de vitaminas e nutrientes, é bem pouco calórica, sendo que uma porção de 200 gramas possui apenas 34 calorias.

A escarola lembra muito uma alface, com a diferença de que suas folhas são mais escuras, mais recortadas e, claro, mais amargas.

O vegetal já era consumido por civilizações antigas, mas começou a ser mais difundida na Índia até que se espalhasse pelo Ocidente.

Propriedades da escarola

Além de suas propriedades probióticas, a escarola ajuda a prevenir alguns diferentes tipos de câncer.

Ela também possui substâncias anti-inflamatórias e antioxidantes, que previnem o envelhecimento celular precoce e a formação de algumas doenças.

Graças a sua propriedade probiótica, a escarola estimula o corpo a produzir maior quantidade de bactérias que compõe nossa flora intestinal, proporcionando uma melhora da saúde, fortalecendo o sistema imunológico e protegendo o corpo contra microorganismos.

A escarola é rica em cálcio, um mineral essencial para a formação e manutenção dos ossos.

É rica também em potássio, que auxilia na contração muscular (por isso é importante consumir depois de um exercício físico mais intenso), regula o pH do sangue e também a pressão, sendo recomendada por conta disso para pessoas hipertensas.

Os benefícios da escarola

Ajuda a emagrecer

A escarola ajuda a emagrecer porque fornece fibras e possui um teor baixíssimo de calorias.

Quem quer perder peso deve adicionar a escarola na alimentação, já que ela ajuda a saciar a fome e promove um equilíbrio maior entre calorias queimadas / consumidas, já que o único jeito de emagrecer é queimar mais calorias do que se consome.

Protege a pele e os olhos

A escarola é rica em Vitamina A. Uma porção de 50 gramas fornece um pouco mais de 21% das necessidades diárias de Vitamina A.

Ela é responsável por proteger a pele, os olhos (também ajuda a evitar a formação de algumas doenças como a catarata), e ajuda a fortalecer o pulmão, evitando também a formação de alguns tipos diferentes de câncer.

Protege as células

A escarola é rica em antioxidantes, que bloqueiam a ação dos radicais livres, responsáveis pela oxidação celular e pela formação de doenças como o câncer.

É rica em manganês

A escarola é rica em manganês, um mineral extremamente importante para  organismo por diversos motivos:


  • Metaboliza os carboidratos;
  • Responsável pela fabricação de hormônios ligados ao sexo da pessoa;
  • Ajuda a compor ossos;
  • Ajuda a compor tecidos;
  • Trabalha na manutenção de nervos do sistema nervoso.


Combate a anemia

A escarola também é rica em ferro, e por isso é recomendada para quem tem anemia.

Uma de suas propriedades também é aumentar a produção de glóbulos vermelhos no sangue. E já que a anemia é caracterizada pela diminuição da concentração de hemácias, nada melhor do que adaptar algumas receitas e aumentar o consumo da verdura.

Porém, nem sempre somente a escarola ou qualquer outro vegetal será suficiente para curar a anemia. Cada pessoa pode estar em um estágio diferente da doença e uma intervenção médica pode ser necessária. Portanto, consulte um médico sempre que aparecerem os sintomas.

Tratamento para portadores de Diabetes

A escarola possui uma substância chamada inulina que ajuda a controlar os níveis de glicose no sangue.

Isso evita a formação de picos de insulina, que consequentemente evita o ganho excessivo de peso e até a formação de inflamações pelo corpo.

Mesmo assim é importante antes consultar um médico e saber o que seria mais adequado fazer com as refeições.

fonte: treinomestre.com.br

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Espinafre e seus benefícios


Os benefícios do espinafre formam uma lista bastante extensa. Além de ser um dos alimentos mais saudáveis e nutritivos, ele também contém poucas calorias e muitas vitaminas. Por isso, inclui-lo na dieta é bom não só para quem quer perder peso, mas também para quem quer cuidar do corpo e ficar protegido de uma série de doenças.
Não é à toa que o famoso marinheiro Popeye dos desenhos animados ficava mais forte e confiante depois de comer espinafre, lembram?
Com altos níveis de clorofila e fitoquímicos  (compostos como betacaroteno, luteína e zeaxantina, que dão cor ao vegetal ), ele possui propriedades anti-inflamatórias e anticancerígenas.
Sem contar que o espinafre também é rico em ferro, vitamina A, vitamina E, potássio, fósforo, vitamina K, magnésio, zinco, cálcio, vitaminas do complexo B e muitas fibras, que fazem bem para uma lista grande de funcionalidades e órgãos do nosso organismo, como os olhos, a pele, os ossos e o coração.

Benefícios do espinafre na dieta

Ajuda a emagrecer

Rico em fibras, o espinafre é um grande amigo na hora de perder peso. Sua composição nutricional é mais de alto teor de fibras, vitaminas e minerais do que de carboidratos, proteínas e gorduras, o que faz deste alimento um grande aliado em dietas que visam o emagrecimento.

Controla a diabetes

As fibras do espinafre ainda são ótimas para quem tem diabetes. O vegetal ajuda no controle glicêmico do corpo, não deixando que altas taxas de glicose permaneçam em excesso na nossa corrente sanguínea.

Deixa a pele mais firme

A presença da vitamina C e da vitamina A no espinafre contribui em grande escala para uma pele mais firme. Isso porque estes dois nutrientes são fundamentais para melhor absorção do colágeno e formação de novos tecidos.

Tratamento para queda de cabelo

Outro vilão cai por terra com o espinafre. Por ser rico em ferro, vitamina A, vitamina C e zinco, o espinafre ajuda a fortalecer os fios e aumentam o volume de quem sofre com a temida queda de cabelo.

Alivia dores musculares

Por ser rico em magnésio, o espinafre também é um forte aliado na melhora das dores musculares. Incluí-lo na dieta ajuda no relaxamento muscular e diminui a tensão e a dor — sem contar que é excelente para quem sofre com câimbras.

Previne câncer e o envelhecimento cerebral

A clorofila e os fitoquímicos são os responsáveis na luta do espinafre para a prevenção do câncer e do envelhecimento cerebral. Eles ajudam no combate aos radicais livres – fator influenciador do desenvolvimento cancerígeno – e funcionam como uma ‘vassourinha’ na eliminação de toxinas pelo nosso organismo.

Previne doenças respiratórias

Além disso, ainda ajuda na prevenção de doenças respiratórias por conter boas concentrações de vitamina E e antioxidantes. Eles fortalecem o sistema imunológico e deixam o corpo mais forte contra gripes e resfriados.

Saúde dos olhos

Até a luteína e zeaxantina, que são os pigmentos naturais do espinafre, servem em benefício do corpo. Elas são excelentes para os olhos e ajudam na prevenção da catarata e da degeneração da mácula (área da retina dos olhos, responsável pela visão de detalhes).

Espinafre cru na salada ou espinafre cozido?

A melhor forma de consumir espinafre é cozido, pois o percentual de absorção e aproveitamento dos nutrientes pelo organismo acaba sendo maior.
Isso acontece porque quando cozinhamos o espinafre, diminui o teor da concentração de ácido oxálico, que é um fator anti-nutricional e que, por isso, prejudica a absorção de vitaminas e minerais.
Mas para aproveitar ainda mais os benefícios do espinafre, existe ainda outra dica muito importante: prepará-lo com gorduras boas, como azeite, óleo de coco e abacate.
Os fitoquímicos, por exemplo, são melhor absorvidos na presença dessas gorduras boas, portanto, quando consumir espinafre, procure adicionar uma delas.
Por ser considerado um superalimento e de baixa caloria, o espinafre pode ser consumido à vontade. Os perigos só existem para pessoas com doença renal e gota (doença inflamatória que afeta as articulações quando a taxa de ácido úrico no sangue fica acima do normal). Então, nestes casos, ele é contraindicado. Fique atento!

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Couve e seus benefícios


A couve é uma hortaliça muito rica em minerais (cálcio, ferro e fósforo) e vitaminas (A, complexo B e C). Ela é excelente para combater problemas digestivos, enfermidades do fígado, cálculos renais, menstruação dolorosa, artrite, bronquite, além de curar úlceras estomacais. A couve pode ainda ser utilizada para evitar ressacas, aliviar a prisão de ventre (devido ao seu alto teor de fibras), evitar a má disposição e aliviar dores causadas pelas úlceras gástricas.
A couve é depósito formidável de iodo, devendo ser consumida regularmente por portadores de bócio ou papeira — doença originariamente produzida por deficiência na ingestão deste mineral.
O iodo da couve é constituinte essencial da glândula tireoide, participando na produção diária dos hormônios tiroxina (T4) e triodotironina (T3).
Couve: Equilíbrio entre Cálcio e Magnésio
A couve é um alimento mais adequado para os ossos que o leite de vaca. Além de ter cálcio e magnésio, ela carrega esses dois minerais na proporção adequada. O cálcio precisa do magnésio na medida certa para conseguir exercer suas funções; entre elas, formar a massa óssea.
O leite de vaca tem nove vezes menos magnésio e três vezes mais cálcio do que a proporção necessária. Isso faz com que o cálcio do leite tenha dificuldade de se fixar no nosso esqueleto. Esse desequilíbrio aumenta o risco de perda de massa óssea, daí o risco da osteoporose.
O magnésio ainda é parceiro do cálcio em várias outras tarefas: ajudar o corpo a se livrar do acúmulo de gordura, manter a pressão arterial sob controle, regular a ação de hormônios e controlar os movimentos dos músculos.
Na couve, o magnésio faz parte da clorofila – substância que dá a cor verde à folha e com potencial de renovar as células do nosso organismo. Quer dizer que a verdura tem mais essa vantagem: rejuvenesce.
Benefícios
  • Contém fibras que aumentam a nossa sensação de saciedade. É pobre em calorias e por isso, ela é muito utilizada em dietas para redução de peso.
  • Ela é rica em glicosinolatos, que são fitoquímicos naturais com ação desintoxicante; ou seja, estimula a limpeza de substâncias tóxicas do organismo.
  • Reduz o inchaço e melhora a textura da pele, principalmente da acne. É rica em vitamina A (RE), que age como um antioxidante. Os antioxidantes são responsáveis por combaterem os radicais livres que estão associados ao envelhecimento precoce da pele.
  • Deixa seus ossos mais fortes: a couve é rica em magnésio e cálcio na proporção ideal. Para melhorarmos a densidade óssea não basta somente o cálcio, precisamos também do magnésio (sem o magnésio o cálcio não exerce função dentro do osso)
  • O magnésio da couve é fundamental para a formação e o bom funcionamento dos nossos neurotransmissores, os quais são responsáveis por manter nosso bom humor.
  • A couve é fonte de minerais do complexo B como a niacina (vitamina B-3), ácido pantotênico (vitamina B-5), piridoxina (vitamina B-6) e riboflavina.
  • As folhas e caules são boas fontes de minerais como ferro, fósforo, cálcio, cobre, manganês, selênio, potássio e zinco.
  • É também fonte de vitamina E e proteína.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

O ovo e seus benefícios


Comer ovo diariamente não faz mal à saúde e até traz diversos benefícios para o organismo, como ajudar a controlar o colesterol, favorecer o ganho de massa muscular e prevenir doenças nos olhos.
O ovo ficou conhecido por fazer mal à saúde porque sua gema é rica em colesterol, mas estudos mostram que o colesterol presente em alimentos naturais não faz mal à saúde, pois os alimentos processados é que desregulam o colesterol, como bacon, salsicha, presunto, linguiça, biscoitos recheados e fast food.

Quantos ovos posso comer por dia?

Os estudos não mostram um consenso na quantidade de ovos permitida por dia, mas consumir cerca de 2 a 4 unidades por dia faz bem para a saúde. Para pessoas com diabetes, o ideal é que o consumo seja de no máximo 1 a 2 unidades por dia, juntamente com uma alimentação equilibrada para manter os níveis de colesterol e glicemia adequados.

Ovo cru aumenta risco de infecção intestinal

O ovo cru ou mal passado pode conter a bactéria Salmonela, que causa febre, vômitos e diarreias fortes, sendo ainda mais perigosa nas crianças. Por isso, deve-se evitar o seu consumo mal passado e também os produtos que tem ovos crus como ingredientes, como mousses, maioneses, coberturas e recheios de bolos.
A melhor escolha é consumir o ovo cozido ou frito sem adição de óleo ou manteiga, para não aumentar a quantidade de calorias e de gordura consumida na dieta.

Teste para saber se o ovo está bom



Uma boa forma de saber se o ovo ainda está bom para consumir é colocar o ovo ainda íntegro num copo com água. Se ele boiar é porque já contém muito ar em seu interior, e por isso está velho ou estragado e não deve ser consumido. O ideal é consumir apenas o ovo que estiver no fundo do copo ou no meio da água.
Os ovos de casca branca ou marrom trazem os mesmos benefícios à saúde, sendo importante na hora da compra observar apenas a qualidade da casca, que deve estar limpa, fosca e sem rachaduras. Já na hora do preparo, a clara deve estar espessa e viscosa e a gema firme e centralizada, sem se desfazer após a quebra da casca.
Também é importante lembrar que os ovos devem ser guardados na geladeira, de preferência na parte interna, pois a porta da geleira sofre muitas variações de temperatura, o que prejudica a conservação deste alimento.

Benefícios do ovo

Além de não prejudicar o coração, outros benefícios são:
  • Aumento da massa muscular, porque é uma boa fonte de proteínas;
  • Prevenir doenças como câncer, por ser rico em antioxidantes, como triptofano e tirosina;
  • Diminuir a absorção de colesterol no intestino, por ser rico em lecitina;
  • Prevenir o envelhecimento precoce, por ser rico em selênio, zinco e vitaminas A e E;
  • Combater anemia, por conter ferro e ácido fólico;
  • Proteger a visão, por conter os antioxidantes luteína e zeaxantina;
  • Manter a saúde dos ossos, por conter cálcio e fósforo;
  • Ajudar na formação da memória do feto e prevenir câncer de mama, por conter colina;
Assim, o ovo só não deve ser consumido em casos de alergia à albumina, que é a proteína deste alimento que está presente na clara. Veja os sintomas.
fonte: tuasaude.com

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Sintomas do Parkinson



Quando o cirurgião inglês James Parkinson (1755-1824) publicou o artigo “Um Ensaio sobre a Paralisia Agitante”, no início do século 19, ele não devia suspeitar da quantidade de repercussões no organismo da doença batizada com o seu sobrenome. 
Nas palavras do médico, ela podia ser resumida a “tremores e movimentos involuntários, diminuição da potência muscular, propensão a dobrar o tronco para a frente e passos em ritmo de marcha”.

Vejam alguns sintomas que aparecem mais cedo:

Rigidez e falta de equilíbrio
Para funcionar com maestria, nosso cérebro depende de uma porção de mensageiros químicos. A dopamina é um deles. Entre outras funções, esse neurotransmissor está por trás da nossa capacidade de sentir prazer e participa da coordenação motora. Então imagine se as fábricas de dopamina param de funcionar. Ora, é isso o que acontece no Parkinson: os neurônios produtores da substância morrem. O processo é gradual e o cérebro vai perdendo a capacidade de orquestrar o corpo.

Ações corriqueiras como andar e pegar um objeto tornam-se complicadas. Essa desordem interna é acompanhada pela rigidez na musculatura das pernas e dos braços. E aí vem a perda de equilíbrio, que dá margem a quedas e fraturas.

Depressão e nervosismo
Os especialistas dizem que Parkinson e condições psiquiátricas, como a depressão, caminham de mãos dadas. Isso porque os desajustes nos níveis de dopamina desalinham a oferta de outros mensageiros químicos cerebrais, como a serotonina, ligada à sensação de bem-estar. Essa bagunça molecular interfere no ânimo e gera, com frequência, mudanças repentinas de humor.

Tremores
Apesar de ser a marca registrada da doença, nem sempre eles se manifestam. “Cerca de 40% dos pacientes nunca chegam a tremer”.
Os gestos involuntários são resultado da morte das células nervosas em uma área específica da massa cinzenta, a substância negra.

A tremedeira se torna mais grave e aparente quando 70% desses neurônios estão desativados. Caso perceba tremores acompanhados de falta de firmeza nas mãos, vale procurar um médico – só não entre em neura, porque muitas vezes não é algo tão sério como o Parkinson.

Constipação
Quem diria: a prisão de ventre pode ser sinal de uma pane lá na cabeça. A pesquisa da Universidade College London aponta que a dificuldade de ir ao banheiro é um dos principais sintomas da doença nos dez anos que costumam preceder sua detecção. 

Algumas correntes especulam que o distúrbio tem início no tronco encefálico, uma estrutura que está entre a medula espinhal e o cérebro. A morte dos neurônios produtores de dopamina ali seria o primeiro capítulo da evolução da doença. É precisamente nesse local que brotam os nervos responsáveis por transmitir os comandos para o intestino funcionar direito. 

Disfunção erétil
Anos antes de o mal estar instalado, os parksonianos podem experimentar obstáculos para conseguir ou manter a ereção. 

Para complicar, a depressão que ladeia o Parkinson por vezes se intromete na história, uma vez que derruba a libido. Nas mulheres, a perda de desejo sexual, causada pela escassez de dopamina, serotonina e companhia, também pode ser um sinal precoce do distúrbio.

Incontinência urinária
As idas excessivas ao banheiro para fazer xixi também comunicam que algo não vai bem na terra dos neurônios. Os músculos que revestem as paredes internas do órgão se descontrolam – é como se tremessem lá dentro. E isso, não custa reforçar, é culpa do descompasso das mensagens nervosas que chegam à bexiga. Descompasso que rende uma vontade de tirar água do joelho a toda hora, mesmo que não haja muita urina para cair fora.

Pressão baixa
Sair da cama rápido ou ficar em pé repentinamente depois de algum tempo sentado é um pesadelo para quem tem a hipotensão ortostática, um tipo de pressão baixa que acontece quando se muda de posição. Ela leva a tontura, náusea, palpitação e, em algumas situações, até desmaios.


Que fique claro: a presença desse quadro, bem como de bexiga solta, intestino preso e até mesmo tremores, não significa que o sujeito terá Parkinson no futuro. Mas eles servem de alerta para que um especialista seja procurado, sobretudo se aparecerem em conjunto. Quando a doença, que é progressiva, acaba diagnosticada mais cedo, o tratamento é mais efetivo e ajuda a segurar seu avanço.


Novos sintomas para ficar de olho
Perda de olfato
Distúrbios do sono
Modificações na postura
Pouca expressão facial
Escrita tremida e letras pequenas

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Quiabo e seus benefícios



O quiabo é o fruto do quiabeiro (Abelmoschus esculentus, família Malvaceae), planta arbustiva natural da Etiópia, que foi introduzida no Brasil pelos escravos africanos. O cultivo de quiabo adaptou-se muito bem às elevadas temperaturas das terras tupiniquins.


Comer quiabo ajuda você a emagrecer

Os quiabos são hortaliças pouco calóricas que devem ser incluídas no seu plano alimentar para perder peso e ter uma vida mais saudável.

A famosa “baba” do quiabo apresenta uma boa quantidade de mucilagens, fibras que retardam o processo de esvaziamento gástrico e com isso promovem uma sensação de saciedade. Desse modo, você comerá uma menor quantidade de comida ao longo do dia.

Graças a essas fibras, os frutos também são considerados alimentos de baixo índice glicêmico, o que significa dizer que seu consumo não promove picos de glicemia. Quando em quantidades elevadas no sangue, apenas uma parte da glicose é armazenada na forma de glicogênio (para ser usado na síntese de energia); o excedente é convertido em gorduras.

Os quiabos são bons alimentos para os diabéticos

Uma pesquisa feita com ratos diabéticos, publicada no Journal of Pharmacy & Bioallied Sciences, revelou que o quiabo apresenta efeitos antidiabéticos e antihiperlipidêmicos. No estudo, um dos grupos de animais consumiu o pó de sementes de quiabo; um outro o pó obtido a partir de suas cascas. Os pós foram administrados por via oral na seguinte dosagem: 100 e 200 mg/Kg. Comparado aos ratos com diabetes do grupo controle, os animais tratados com o pó de quiabo tiveram uma redução em seus níveis de glicemia (ainda mais evidente com o pó de sementes, e, para ambos os casos, na dose de 200 mg/Kg), aumento do nível de HDL (colesterol bom) e redução dos níveis de colesterol total, LDL, VLDL e triglicérides. A hiperlipidemia é uma condição frequente em pacientes diabéticos.

O quiabo ajuda a manter a saúde do sistema cardiovascular

Como já vimos, além de diminuir a absorção de glicose, as fibras do quiabo também promovem o mesmo com relação ao colesterol.

O excesso de colesterol pode levar ao surgimento de placas ateroscleróticas nas artérias, que podem obstruir o fluxo sanguíneo por completo, gerando infartos e acidentes vasculares cerebrais (derrames).

Os benefícios do quiabo para o sistema cardiovascular também decorrem da presença do potássio. O mineral neutraliza os efeitos hipertensivos do sódio no nosso organismo e ainda relaxa os vasos sanguíneos. A hipertensão arterial é outro importante fator de risco para as enfermidades que afetam o coração.

O quiabo é um aliado do sistema digestivo

O consumo de quiabo também é vantajoso para órgãos como intestino e o fígado. A mucilagem melhora a movimentação do bolo alimentar ao longo do trato gastrintestinal, se liga a toxinas e gorduras e estimula a excreção destas e das fezes como um todo.

Uma pesquisa publicada no Saudi Pharmaceutical Journal mostrou que o extrato alcoólico de quiabo protegeu o fígado de roedores contra a toxicidade do tetracloreto de carbono. Os animais que ingeriram previamente esse extrato etanólico, nas doses de 250 e 500 mg/Kg corporal, apresentaram uma redução do nível de enzimas hepáticas, triglicérides, colesterol, malondialdeído (produto da peroxidação lipídica dos hepatócitos) e um aumento das proteínas totais e sulfidrilas não proteicos. Vale destacar que esse efeito hepatoprotetor foi dependente da dosagem.

Os pesquisadores ainda concluíram que esses benefícios do quiabo devem-se à sua importante atividade antioxidante.

O quiabo fortalece o sistema Imune

O quiabo possui um grande aporte de agentes antioxidantes, que previnem doenças provocadas pela ação de radicais livres.

Um desses agentes, a vitamina C, também protege o organismo por estimular a produção de leucócitos, uma das principais células de defesa do sistema Imune.

O quiabo tem ação anticâncer

Testes in vitro revelaram que uma proteína do quiabo conseguiu inibir a proliferação de células cancerígenas da mama em 63%, sobretudo por estimular a morte celular programada (apoptose). Foi constatado que as células tratadas com esta lectina tiveram uma maior expressão de proteínas pró-apoptóticas como a p21, caspase-9 e caspase-3.

Outros estudos indicam que a redução das chances de ocorrência de câncer no cólon é mais um dos benefícios do quiabo.

O quiabo ajuda a manter os olhos saudáveis

As quantidades significativas de vitamina A e compostos carotenoides (betacaroteno, zeaxantina e luteína) encontrados no quiabo evitam doenças oftalmológicas.

A ação antioxidante desses nutrientes protege os olhos dos radicais livres, cujos efeitos estão associados à ocorrência de catarata, glaucoma e degeneração macular.

O quiabo é bom para os ossos

O quiabo é uma ótima fonte de vitamina K que, além das duas propriedades anti-hemorrágicas, é importante para a saúde dos ossos.

Os osteoblastos, células responsáveis pela formação da matriz óssea, produzem uma proteína não colagenosa denominada de osteocalcina. A carboxilação dessa proteína, que regula a maturação dos ossos, depende da vitamina K.

Estudos indicam que a deficiência de vitamina K parece estar associada com uma diminuição da densidade mineral dos ossos, bem como com os casos de osteoporose.

Acredita-se ainda que a vitamina K possa aumentar a absorção de cálcio pelo intestino e reduzir a excreção do mesmo na urina.

O quiabo é fonte de ácido fólico

Há importantes benefícios do quiabo também para as futuras mamães. O ácido fólico, vitamina do complexo B, é essencial para o processo de formação do tubo neural nos fetos. Não é à toa que os médicos recomendam que as mulheres façam uma suplementação desta vitamina não só durante a gestação, mas também meses antes de engravidar.

O quiabo é bom para a pele e os cabelos

Os benefícios do quiabo também são válidos para a pele e os cabelos. O poder antioxidante da vitamina A protege o maior órgão do corpo humano, amenizando o surgimento de rugas, cicatrizes e acne.

Como relação aos cabelos, a aplicação da “baba” de quiabo nos fios proporciona brilho e funciona como um condicionador para os mesmos.

fonte: mundoboaforma.com.br